segunda-feira, 28 de setembro de 2026

LIVRARIA VERNEY - APRESENTAÇÃO

 


É com grande entusiasmo, que anunciamos a apresentação do livro Bancários, Retratos com data-valor, no próximo sábado, dia 3 de outubro, na Livraria Verney. 

https://bibliotecas.oeiras.pt/agenda/apresentacao-do-livro-bancarios-retratos-com-data-valor/

Brevemente daremos mais pormenores, mas contamos, desde já, com a vossa presença!









sábado, 19 de setembro de 2026

A LIVRARIA - FESTA DO LIVRO DE OEIRAS

 


A segunda edição de A LIVRARIA – Festa do Livro de Oeiras realiza-se entre 18 e 27 de setembro, e associa-se às comemorações dos 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia, sob o tema ‘Anos 90 bem vividos’. Uma viagem por uma década marcante, revisitada através da literatura, da memória e da cultura, celebrando as transformações que moldaram o país e o seu percurso europeu.

Com cerca de duas dezenas de stands,  damos voz às livrarias independentes deste país, num evento único no panorama editorial e livreiro português, com uma programação associada a uma feira do livro que será uma festa das livrarias. Durante dez dias, livros, conversas, música, poesia e memória cruzam-se numa programação que procura perceber o que mudou em Portugal nessa década e, sobretudo, o que dela ainda permanece.

Consulte no nosso site toda a programação: https://bibliotecas.oeiras.pt/a-livraria/

HORÁRIO

Segunda a quinta | 17h00 às 22h00

Sextas | 17h00 às 23h00

Sábados | 10h00 às 23h00

Domingos | 10h00 às 21h00

Informações: fernanda.marques@oeiras.pt

Entrada livre, sujeita à capacidade das salas (nos eventos que ocorrem no interior do Templo da Poesia).

domingo, 6 de setembro de 2026

REVISTA MEER - ARTIGO DE SETEMBRO




Um excerto do meu artigo de Agosto na revista MEER, que podem ler e comentar selecionando o link:

https://www.meer.com/pt/106533-as-horas-imperfeitas


“(…) Custava-lhe levantar-se às seis e quarenta e cinco da manhã, ao contrário da mulher, incapaz de permanecer na cama depois dessa hora. Com o desemprego, então, encarnou o cliché do homem de roupão e barba por fazer, enrolado nos lençóis até perto do meio-dia, enquanto a mulher, já irritada, o tentava acordar com pequenos empurrões antes de sair para as aulas. A verdade é que ele próprio se surpreendia com a facilidade com que se deixava ficar ali, imóvel, como se o peso do corpo fosse maior do que devia. Acabou por se inscrever num curso na faculdade; acreditava ter algum jeito para as artes e para as letras e, mesmo consciente de que dali não surgiria carreira possível, decidiu arriscar no ramo artístico e cultural, como quem tenta, pela última vez, encontrar um sítio onde caiba.“