domingo, 2 de fevereiro de 2014

GRUPO LEYA




A Leya soma e segue e consegue o pleno! Por um lado, empurra, alegremente, os autores consagrados para a concorrência (Saramago, João Tordo, Richard Zimler, Miguel Sousa Tavares) por outro, não abre as portas aos novos. Atente-se no mail  recebido, recentemente,  da editora da D.quixote, chancela do grupo Leya:

“ Muito obrigada pela sua mensagem!

 Uma vez que é a minha colega M… quem se ocupa da publicação de novos autores nas chancelas do grupo LeYa, aconselho-o a escrever-lhe enviando-lhe a sua proposta. Estou certa que ela a acolherá com o maior interesse.

Cordialmente,

…  Dom Quixote “

 Ou seja: Se o responsável pela análise editorial  tiver preferência por uma certa lógica ou estética narrativa, o seu interesse estará formatado para um determinado tipo de escritor à semelhança daqueles que descobriu nos últimos tempos tornando, assim, o envio de um manuscrito para a D.Quixote ,  para a Oficina do livro ou outra chancela do grupo, igual à compra de um sabonete de alfazema e óleo de amêndoas doces no Pingo Doce ou no Continente. Estranha, esta estratégia comercial do engenheiro Paes do Amaral. Fechar a porta aos novos e empurrar os velhos, é morrer mais cedo... Assim como o país, de resto...




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